Rafael de Luna Freire

Gente - Niterói


 

O professor do curso de cinema e audiovisual da Universidade Federal Fluminense (UFF), Rafael de Luna Freire, lançou em 2011 o livro Cinematographo em Nictheroy, que conta a história do cinema na cidade. Antiga capital da província do Rio em 1834, e capital do estado, em 1903, Niterói foi contemplada ao longo do século 20 com inúmeras salas de cinema. Seja nos cines -"poeira" ou nos "palácios cinematográficos" que fazem parte da memória de seus moradores, foram exibidas películas famosas, com grandes nomes do cinema nacional e internacional.

Freire traça a trajetória do cinema fluminense desde a aparição do primeiro cinematógrafo, em 1897, vindo do Rio, a primeira sessão paga de um filme projetado na tela, até chegar às salas multiplex.  Além de relembrar cinemas extintos, como o Icaraí e o Odeon, o autor traz em seu livro um debate sobre as salas de cinema no Brasil; descreve a organização do mercado exibidor nos períodos mudo e sonoro e relata sua relação de cinéfilo com Niterói.

Cinematographo em Nichtheroy ? nome que os índios tupis davam à entrada da Baía de Guanabara e que quer dizer "águas escondidas" - foi publicado a partir de um edital público da Secretaria de Cultura de Niterói sobre trabalhos históricos com tema local. Rafael de Luna Freire levou dois anos para pesquisar e escrever a obra, que apresenta fotos, reproduções e está à venda em livrarias da cidade. O autor também mantém um blog sobre o cinema na cidade.

 

 

 


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