Mãe Beata de Iemanjá

Gente - Nova Iguaçu


 

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A religiosa que comanda o terreiro Ilê Omi Oju Aro, em Nova Iguaçu, veio para o Rio de Janeiro para fugir do machismo do marido e de uma sociedade patriarcal rígida. Nascida em 1931, em Cachoeira do Paraguaçu, no Recôncavo Baiano, Beatriz Moreira Costa chegou ao estado no fim dos anos 1960. Aqui, exerceu as mais diferentes atividades para sustentar os quatro filhos: foi empregada doméstica, costureira, manicure, pintora e cabeleireira.

Iniciada no candomblé em 1956, em Salvador, por Mãe Olga do Alaketu, jamais se esqueceu de seus laços religiosos. Em 1985, fundou a Comunidade de Terreiro Ilê Omi Ojú Arô (Casa das Águas dos Olhos de Oxóssi), e iniciou um reconhecido trabalho de fortalecimento da cultura afro-brasileira. "Não existe branco no Brasil. Todos nós temos sangue negro e devemos correr atrás das nossas raízes", enfatiza Mãe Beata.

Mãe Beata de Iemanjá. Reprodução do site http://maebeata80anos.blogspot.com.br

Ponto de Cultura desde 2010, o Ilê Omi Oju Aro abriga aulas de samba de roda, afrocultura digital, a arte do ferro e teatro. Mãe Beata também é escritora, e já lançou livros como Tradição e religiosidade e As histórias que minha avó contava.


Serviço

Endereço: Rua Francisco Antônio Nascimento, 42, Miguel Couto, Nova Iguaçu, RJ
Telefone: (21) 2886-1432

Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro Petrobras

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