Fazendas do ciclo do café

Patrimônio Material - Valença


 

A região tem pelos menos 16 fazendas, que contam uma parte da história de Valença, do ciclo do café e de seus personagens. Algumas já foram cenário de novelas e filmes. Muitas delas abertas à visitação, com direito a shows instrumentais, contação de histórias e lanches. Destacam-se entre elas:

Fazenda da Bocaina: Aberta para visitação pública em 2006. A fazenda tem cerca de 180 anos e faz parte do Circuito do Ciclo do Café, composto pelas Fazendas Históricas do Vale do Paraíba. Foi durante os últimos 25 anos residência de veraneio da mesma família, que restaurou e abriu à visitação turística. Estrada Barra do Piraí-Valença, km 17, São Francisco. Agendamento pelos tels. (24) 2453-3266 / (24) 2453-8100 / (24) 8116-8258.

Fazenda Florença: Próxima ao Sítio Saudade e às fazendas Pedras Altas e São Luiz. Construída há cerca de 150 anos e restaurada em 1982, pertenceu à família Leite, de muito prestígio na época áurea do café. Já serviu de cenário para novelas e abre para visitação com horário agendado por telefone, com opções de café simples, café colonial ou almoço. Estrada Ipiabas-Conservatória, em Valença. Tel: (24) 2438-0124 / 2438-1195.

Fazenda São João da Prosperidade
: Fundada no século XIX, foi propriedade do fundador do povoado de São Benedito, que deu origem a Barra do Piraí. Fica entre Barra do Piraí e Ipiabas. Tel.: (24) 9967-0333.

Fazenda Taquara: Foram terras do comendador João Pereira da Silva. A fazenda era chamada Taquara pelos escravos devido à abundância desse bambu fino. Atualmente é propriedade de João Carlos Tadeu Botelho Pereira Streva, descendente de quinta geração do comendador. Até hoje tem centro de produção de café, granja e produtos suínos. Recebe visitantes com reserva prévia, oferecendo café colonial, e tem festas em algumas épocas do ano. Estrada Barra do Piraí-Valença, km 44,5. Tel.: (24) 2443-1221 / 1273.

Fazenda Santa Mônica/Solar Duque de Caxias: Fica no distrito de Barão de Juparanã, na margem esquerda do rio Paraíba do Sul. A fazenda atualmente é sede da Embrapa e não é permitida visitação. Construída na década de 1820, foi uma das fazendas mais famosas dos tempos do café. Propriedade do Marquês de Baependy, nela se hospedaram o imperador Dom Pedro II e personalidades da Corte. Em 1880, ali morreu o Duque de Caxias (Marechal Luís Alves de Lima e Silva), sogro do Barão de Santa Mônica. Tombado pelo Inepac, o Solar Santa Mônica tem mais de 80 cômodos, 105 janelas, 144 portas e seis escadas internas. Na lateral do primeiro andar ficavam os dormitórios dos escravos que faziam os serviços domésticos, por isso não há portas nesta lateral, apenas três pequenas janelas gradeadas.


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