Centro de Primatologia do Rio de Janeiro

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O Centro de Primatologia do Rio de Janeiro (CPRJ)  desenvolve estudos sobre primatas, realiza programas de reprodução em cativeiro de espécies ameaçadas de extinção e promove experiências de repovoamento, através da reintrodução das espécies em outros habitats. O CPRJ já recebeu a visita da Rainha Elizabeth II, da Inglaterra, e é a única instituição do mundo especializada no estudo, proteção e reprodução dos símios mais ameaçados da Mata Atlântica. Abriga o Mono Muriqui, ou Mono Carvoeiro, o maior primata das Américas, só é encontrado na Mata Atlântica, e que está entre as 35 espécies mais ameaçadas da Terra. Na língua tupi-guarani, Muriqui significa "povo manso da floresta". Os animais são  sociáveis e frequentemente são vistos se abraçando.

O CPRJ ocupa uma área de aproximadamente 265 hectares com prédio-sede; 85 viveiros; unidade de internação, diagnóstico e tratamento médico-veterinário; insetário; sala de reuniões e acompanhamento de projetos. Mantém ainda uma biblioteca, com amplo acervo de publicações especializadas em primatologia, um museu de peles e crânios e um banco de carcaças em formol para pesquisa.

O CPRJ colabora com várias organizações científicas e conservacionistas do Brasil e do exterior  nas áreas de pesquisa genética e de conservação ambiental. Lá está preservado o esqueleto do  "Macaco Tião", mascote carioca adotado pelo Zoológico do Rio.  O Centro de Primatologia foi criado em 1979 pela antiga FEEMA, atual Instituto Estadual do Ambiente (Inea). Está vinculado à Estação Ecológica Estadual do Paraíso (EEEP).

Serviço

Endereço: Estrada do Paraíso, s/nº, Paraíso (dentro da Estação Ecológica Estadual do Paraíso)
Telefone: (21) 3633-2205/ 2632-4969 (Estação Ecológica Estadual do Paraíso)
Horário de Funcionamento:

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