Boi Carinhoso

Patrimônio Imaterial - São Fidélis


 

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Boi Carinhoso. Foto: Cris Isidoro / Diadorim Ideias
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Para resgatar uma das manifestações mais populares do carnaval fidelense, Zeni Moraes Salles, a Badora, 64 anos, foi buscar no passado a alegria de brincar o carnaval de rua em família: os bois pintadinhos feitos de chita, que animavam os carnavais entre as décadas de 1950 e 1970. Desde o início da atual década, a partir de uma manifestação espontânea dela e com ajuda de seus filhos e netos, Badora coloca nas ruas o Boi Carinhoso, grupo criado por ela e que já inspirou um segundo, o Boi Goro.

Zeni Moraes Salles, Boi Carinhoso. Foto: Cris Isidoro / Diadorim Ideias

A exemplo dos saudosos carnavais de outrora, os dois bois pintadinhos, atualmente, também tomam as ruas e arrastam centenas de foliões nos carnavais de São Fidélis. "Já somos dois bois no carnaval da cidade. E quero outros, muitos outros, para reviver aqueles tempos maravilhosos", conta Badora. O Boi Carinhoso desfila apenas um dia, mas arrasta mais de mil pessoas pelas ruas de São Fidélis.

O grupo é formado por 25 ritmistas, todos fantasiados e marcando o ritmo para o estandarte, o boneco gigante, a madrinha do Boi e cinco mulinhas. A reintrodução do boi pintadinho no carnaval fidelense não é fácil: Badora banca, do próprio bolso e a crédito, toda a estrutura do grupo. "Não me queixo. Faço tudo por amor", diz a animadíssima carnavalesca, que também desfila na tradicional Ala das Baianas da Escola de Samba Unidos de São Vicente.


Serviço

Quando:

Sábado de carnaval.


Endereço: Avenida Sete de Setembro, s/n, Centro, São Fidélis

Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro Petrobras

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